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1 -  Galaxie: História

2 - A Carruagem Motorizada:  Ford Galaxie Landau.


1 - Galaxie: História

        O Galaxie foi lançado em 16 de Fevereiro de 1967,sendo anteriormente apresentado no Salão do Automóvel de 1966. Chegava então no ano de 67 aquele que seria o desbravador nacional do segmento de alto luxo automobilístico. Moderno, espaçoso, confiável, elegante o Galaxie logo tornou-se sonho de consumo de todos os que almejavam sucesso. Era oferecido então na versão “500”.Possuía um motor V8 4.5L com estimados 164cv, tinha 5,33m e pesava 1780kg, os cromados eram um capitulo à parte. Como todos sabemos, cromados eram símbolo de sofisticação, poder...portanto quanto mais cromados um carro tivesse, mais “importante” ele era. O Galaxie, como símbolo máximo de sua época não poderia deixar de possuí-los. Portanto, ostentava cromados em todas as partes possíveis,sendo que o mais incrível é que não ficou brega, como os carros coreanos, conseguiu sim se destaca muito mais do resto que tínhamos por aqui.

        O ano de 1968 trouxe o concorrente do Galaxie, o Opala da General Motors, copia fiel (a não ser pelos faróis) do sofisticado Opel Rekord alemão, mas trazendo motorização americana. Embora o estilo do Opala fosse realmente muito bonito, o Galaxie com seu jeito de “Titanic” impunha-se muito mais, chamando a atenção das pessoas na rua.O Galaxie havia sido favorecido pela perda de um concorrente, o Itamaraty da Willys Overland do Brasil, que falira no final de 1967.O Luxo do Galaxie encantava, painel com apliques em madeira, velocímetro em linha horizontal (era moda na época entre os carrões), alem de bancos e suspensão macios ao extremo, que poupavam o motorista de sentir os desagradáveis buracos das ruas e estradas (as que eram pavimentadas, lógico). Se o Galaxie era um bólido? Não, o modelo “500” alcançava cerca de 161km/h de velocidade máxima, para a época um sucesso, porem a vocação do Galaxie era andar devagar, para ser visto e admirado por todos. O motor 4.5L não era também uma usina de força, era sim uma usina de torque,t anto que o Galaxie poderia sair do 0 até em leves subidas leves em  3º marcha (o cambio disponibilizado até então possuía três marchas e encontrava-se na coluna de direção),na verdade o Galaxie, como todo o bom carro americano do passado era mais barulho que desempenho. Alias chamar o som do motor dele de barulho é no mínimo ultraje, visto que para os entusiastas o carro produzia melodias pelo motor.

        O ano de 1969 não foi só inovador pela ida do homem à Lua, era lançada mais uma versão do Galaxie, a LTD, luxuosíssima, com apliques em couro no painel e portas, alem de novos itens de conforto como direção assistida (no modelos 69/70) e transmissão automátic (o Galaxie foi o primeiro carro nacional com cambio automático, lançado no Opala dois anos depois).

        Já no começo de 1970 mais uma inovação ligada ao conforto, a adoção de série( apenas na versão LTD) do ar-condicionado, que o Opala também passava a dispor naquele ano meses adiante. O Galaxie era um carro de peculiaridades. Foi um dos primeiros a apresentar a abertura das portas por estágios, afim de que quando se abrisse a porta numa subida(com o carro no sentido da mesma) a porta não voltasse de encontro ao motorista ou passageiros. Dispunha também de quebra-ventos com manivelas, isso mesmo, a Ford afirmava que esse sistema era mais pratico por exigir menos força das pessoas para abrir ou fechar o vidrinho,uma vez que nos carros convencionais ele exigia um puxão/ou empurrão mais violento para abrir ou fechar. Ainda nesse ano foi disponibilizado o motor 4.8L de 175cv (estimado) como opcional na versão LTD. Nesse ano estrearam novas cores (como o belo azul que o acompanhou até o fim) e novos estofamentos, mais agradáveis ao tato.

        Em 1971 a General Motors queria abocanhar uma fatia do mercado do Galaxie, para isso lançou o Opala “De Luxe” , uma versão mais luxuosa de seu sedan. O carro que vinha com ar-condicionado e direção assistida de série e tendo como opcional a recém lançada transmissão automática era uma ameaça. Vendo isso a Ford lançou um Galaxie ainda mais luxuoso, o Landau, uma derivação mais sofisticada do LTD. O Landau oferecia capota de Vinil preto, dispunha de mais forrações no interior, suspensão mais macia alem de vir de série com transmissão automática, um avanço frente ao carro da GM que a oferecia opcionalmente.

        O Galaxie de 1972 veio com mais atenção à segurança. Apresentava freios dianteiros à disco, uma inovação bem vinda uma vez que para quase duas toneladas numa situação emergencial era meio difícil apenas com tambores. Em 73 veio uma nova grade para o radiador, e as lanternas traseiras foram redesenhadas.Trazia novas calotas e frisos cromados redesenhados. Ficou mais jovial. O Galaxie americano era uma versão mais moderna do brasileiro, possuía não só o sedan de 4 portas bem como o Coupé, Perua, Cabriolet e a versão sem colunas, coisa muito apreciada pelo publico americano.

        Os anos de 74 e 75 foram ótimos para o carro e nenhuma mudança foi agregada, porem em 1976 o Galaxie passou por mudanças. Os faróis deixavam de ser verticais e passavam a ser horizontais. Na traseira o carro ganhou três lanternas de cada lado(esquerdo/direito) com luzes de indicação de direção (pisca-pisca) destacados da luz de freio. Alem disso havia uma terceira lanterna onde ficavam as luzes de uso noturno( lanternas). A luz de marcha-a-ré passava a ficar na parte inferior do pára-choque.Ela por si só era uma inovação, a Ford viu que como o carro era muito grande, manobrá-lo a noite seria no mínimo arriscado se o lugar fosse escuro,portanto essas novas luzes de ré eram verdadeiros holofotes, tamanho o clarão que produziam. Alem disso tudo, um novo motor era apresentado, o 302 de origem canadense, com então 5.0L e 8cc capazes de produzir impressionantes 197cv. Não era daquela vez que o Galaxie tornaria-se um carro rápido, mas sua velocidade final subiu para 169km/h, nada mal para um carro de luxo, mas pouco para um motor daquele tamanho.Consumo? Bem, não que o Galaxie bebesse como seu parente Maverick (que usava o mesmo motor) mas fazia 3,7km/L na cidade. No interior vieram inovações, como a adoção de tecidos mais refinados (como veludo inglês e casimira francesa) nas versões mais luxuosas.Alias nesse ano o modelo LTD-Landau deu lugar à duas versões, a LTD e o Landau, sendo esse apenas Automático, enquanto o LTD oferecia tal transmissão opcionalmente. Continuando com o luxo, o Galaxie passou a ter carpete de altíssima qualidade no seu interior (o mesmo utilizado no Lincoln Continental), as calotas ganhavam desenho liso e o carro recebia um emblema, na verdade o Emblema da Lincoln virado horizontalmente, era um luxo! O modelo que lançou essa “2º fase” do Galaxie foi exposto em vários concessionários da marca pelo país, estreando também a cor  “Prata Chroma”, que acompanhou o Galaxie até o fim,juntamente com o azul e o  “Preto Vogue”.

        Em 77 a Ford começou a notar uma repentina queda nas vendas do modelo “500” (apelidado de “L”), o carro de entrada do Galaxie. Isso ocorreu pois o Opala vinha melhorando em acabamento mais e mais, e isso custando menos que as respectivas versões do Galaxie, visto isso, em 1979 o modelo “500” saiu de linha, ficando apenas o LTD e o Landau(que já não se chamava mais “Galaxie”). No ano de 1981 o LTD também saiu de linha e permaneceu  apenas o Landau. Mesmo ultrapassado( o projeto do carro era o mesmo desde 65 quando o modelo americano fora lançado) o Landau ainda fazia sucesso, sendo o carro oficial da presidência, embaixadas, consulados e o carro de muitos ricos. Nesse ano foi lançados por uma empresa especializada em transformações o Landau Limousine, com bancos de couro e um metro a mais. O “LL” como era chamado tinha então 6,35m exatos 15cm a mais que o Cadillac Eldorado Biarritz, o maior carro de luxo já importado pelo Brasil sem ser limousine. Alem disso possuía vidros elétricos e bancos em couro. Segundo a Ford o motivo pelo qual ela jamais ofereceu vidros elétricos era que se ela fabricava um carro com ar-condicionado e ventilação de série e destinado à um publico refinado, para que vidros elétricos? Segundo um assessor da empresa : “Rico não abre o vidro”. A desculpa era meio esfarrapada, porem isso não tirava o encanto do Galaxie.

        Em 1982 o ultimo lançamento do Galaxie, a versão a álcool, que fez um razoável sucesso com 67% das unidades daquele ano com o referido combustível. O Galaxie saiu de linha em 1983, totalizando 77.850 unidades produzidas. Bem menos que  as 600.000 unidades que seu concorrente, o Opala, havia somado até então, mas segundo a Ford estava bom, pois o Galaxie se dirigia à um publico mais sofisticado e abonado.

        O “falecimento” do carro foi lamentado por muitos, que até 89 pediam a Ford que voltasse a fabricá-lo, “fosse o preço que fosse”. O Galaxie saia de cena com seu nome carimbado não só na história da Ford, como na história brasileira. Havia sido o mais sofisticado e luxuoso carro produzido pela marca do Oval, era prova viva de que luxo e status venderiam sempre, qualquer que fosse o preço. O Opala seguiu adiante captando boa parte dos possuidores de Galaxie, mas uma parte considerável que estava com bom padrão de vida voltou a importar os Mercedes série S que haviam quase se extinguido por aqui em 67.

        O Galaxie deixou um legado: Que a Ford veio ao Brasil para mostrar que luxo, conforto, status, bom gosto eram itens obrigatórios em seus carros, que visavam única e exclusivamente atender bem ao Cliente, o maior patrimônio de uma empresa. Fora algumas derrapadas da Ford, o legado ainda se cumpre!

-Algumas curiosidades sobre o Galaxie:

        -Em 1976 teria sido lançada uma versão chamada LTD-O, denominação mais tarde dada à Belina de luxo. A versão que trazia cambio de três marchas automático ainda vinha com bancos em couro(sendo que a forração poderia ser preta ou branca), Teto-solar traseiro(usado nas limousines brasileiras derivadas do Galaxie) e vidros elétricos. Na verdade essa versão foi vendida na Argentina, onde ainda se encontram exemplares desse raro modelo rodando. Aqui no Brasil não se tem informações dessa versão.

         -Outra curiosidade é que segundo funcionários de uma concessionária Ford em SP no lançamento do Galaxie, o gerente “batizou” o carro com uma garrafa de champanhe , porem foi aí que se viu o quanto o carro era resistente. A Garrafa quebrou-se completamente ao ser “batida” na lataria do automóvel, porem o mesmo sequer amassou, ficando perfeitamente intacto.Daí nasceu a cultura de que os carros da Ford eram “de aço”.

Abraços à todos.

Texto:
Sérgio

Proibida a reprodução do texto e das fotos sem autorização.

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21/12/2004 - Ford HP

 

 

2 - A Carruagem Motorizada:  Ford Galaxie Landau.

Conforto e requinte acima de tudo.
 

  Trânsito caótico, engarrafamentos, vendedores ambulantes andando entre os carros aos gritos, cheiro de monóxido de carbono... Esta é uma situação corriqueira para a maioria das pessoas que vivem em metrópoles como Rio de Janeiro, São Paulo, e Belo Horizonte.

    Quando dirigi o Galaxie pela primeira vez, me vi numa situação dessas. Estava há dois dias com o carro, e fui ao posto lavá-lo.  Saí de lá com o carro limpinho, brilhando, dobro a primeira rua à esquerda e me deparo com aquele engarrafamento monumental. Sorte que o radiador estava cheio, o Galaxie é da época que os carros ainda ferviam. Aquele calor insuportável foi tomando conta do ambiente, eu cada vez mais estressado com aquela situação por alguns instantes pensei em parar o carro. Foi quando dei por mim: “Calma aí! Eu estou num carro que apesar de antigo tem ar-condicionado”. Fechei a janela, liguei o ar, coloquei o rádio baixinho, e pronto. Parecia que haviam me transportado para outro lugar. O calor, as buzinas irritantes, o cheiro ruim; tudo havia sumido. Foi aí que me dei conta; ”Estou a bordo de um Ford Galaxie Landau”.

    O mais impressionante neste carro é o silêncio e a maciez com que ele roda. Tem-se a nítida impressão de flutuar num tapete-voador. É como se não existissem buracos na rua, sua suspensão é tão macia, assim como seus bancos (verdadeiros sofás), que absorvem totalmente o impacto das imperfeições no asfalto. Ao dirigi-lo, de inicio, suas dimensões assustam; são 5,41m de comprimento, por 2m de largura, com entre-eixo de 3,02m. Mas com o tempo, você acostuma e depois não quer outra coisa. Sua direção hidráulica é de uma leveza ímpar, porém um pouco perigosa pelo fato de não ser progressiva. Ou seja, fazendo baliza, ou a 150km/h, a leveza do volante é a mesma. Mas a isso você, também, acaba se acostumando, é só não executar movimentos bruscos. Aliás, nem precisa. O jogo do Galaxie é uma coisa impressionante, muito bom! Faz com que você não sinta todo o seu tamanho.

 

Os frisos, detalhes e peças cromadas são uma constante.

 

    O peso dele é um capítulo à parte; totalmente vazio, são 1780kg. Aí você adiciona; 107litros de gasolina no tanque + 7litros de óleo do motor + 9litros de óleo da caixa automática + 4litros de óleo do diferencial + 16litros d’água no radiador + os passageiros. Utrapássa-se facilmente 2 toneladas.

    O motor é o famoso V8 Ford 302 (5.0), de 199cv a 4600rpm, com torque de 40 kgmf a 2400rpm. O consumo, no caso do automático, fica em torno de 3Km/L na cidade, e 6Km/L na estrada. Se fosse o manual, não seria muito diferente; seriam 4Km/L na cidade, e 7Km/L na estrada. Daí sua fama de beberrão. Mas é o que eu costumo dizer; ele bebe o que oferece. Seu carburador, original, é um MotorCraft bijet, que dá conta do recado com elegância. Obviamente com a adoção de um carburador quadrijet seu desempenho ficará ainda melhor, mas o consumo também aumentará consideravelmente. No caso do automático, usando uma quadrijet Holley 350, seu consumo iria pra algo na casa de 1,5Km/L na cidade, e uns 4Km/L na estrada. Apetite de leão, apetite de V8!

 
V8 Ford 302, 199cv, 40kgmf de torque.

    Não tenha pressa! Pressa é uma palavra que deve ser extirpada do seu vocabulário quando a bordo de um Galaxie. Principalmente nas curvas; não abuse! Seu comportamento em curvas é bem sentimental.  Pela maciez excessiva na suspensão ele aderna demais nas curvas, ainda mais em piso molhado. A parte boa, são as retas. Como todo carro projetado nos EUA, o Galaxie também foi feito tendo como base o lema: “Sleep and slide!”. Ou seja, nas retas, durma e deslize. É nessas horas que você sente o V8-302 despejar toda sua potência, e você flutua à 120/130km/h como se nada estivesse acontecendo. A impressão é que quanto mais rápido, mais silencioso o carro fica. Com o ar ligado então... É indescritível.

    Charme e requinte; são pontos que ficam evidentes no Galaxie. O esmero em seu desenho, suas linhas, os cromados, frisos, e acabamentos, são uma constante. Tudo é feito de modo que você se sinta numa carruagem. O próprio nome Landau vem de um tipo carruagem. Na época era carro de gente muito rica; executivos, empresários, chefes de estado (o Galaxie serviu a três presidentes da república; Geisel, Figueiredo, e Sarney). Enfim, era um carro feito para pessoas muito exigentes. Se fossemos converter seu preço na época, para os valores de hoje, seriam mais ou menos R$ 200.000,00.

 
Acabamento quase perfeito.

 
O painel detalhe para a ponta cromada
 da alavanca do câmbio automático.

    Mas como tudo na vida passa, foi-se a era das carruagens motorizadas. O tempo passou, e o Galaxie saiu de linha em 1983, há 21 anos. Muitos ainda rodam por aí, como o meu, o qual trato com muito carinho. Um carro antigo, além de uma máquina com quatro rodas, é acima de tudo um pedaço da história. E por isso tem que ser preservado nos moldes originais da época. Dá trabalho, muito trabalho. Porém o mais gratificante é rodar por aí com ele, impecável, chegar nos Encontros e observar os olhares saudosos de gente que viveu aquela época. Como me disse uma vez um senhor, num Encontro de carros antigos, aqui no Rio, no Forte de Copacabana: “O carro é seu meu filho?”, respondi “É sim, p q?”; e ele completou: “Está muito bonito! Cuide bem dele. Eu tive um Galaxie LTD 1978, mas vendi em 1985... Até hoje me arrependo, foi uma das maiores besteiras que fiz”. 

    Por essas e outras que o Galaxie, ainda é considerado por muitos, como; o eterno top de linha.

 

 

Um pouco mais da história...

    O Galaxie já existia nos EUA desde 1959. Aqui no Brasil ele foi lançado em fevereiro de 1967, era o Ford Galaxie 500, com motor V8-272 de 164cv, e 33kgmf de torque. Em 1969 entra em cena o Galaxie LTD (Limited) com motor V8-292 de 190cv e 37kgmf, teto de vinil, mais frisos cromados...  Mas isso não significou o fim do Galaxie 500, ele continuou em linha. Assim até 1969 tínhamos o Galaxie 500, e Galaxie LTD. Em 1970 o Galaxie 500 ganha o motor V8-292, e surge o LTD Landau. Um LTD mais luxuoso. Essa configuração da linha Galaxie vai até 1975. Em 1976 ocorre a separação do LTD Landau; e assim passamos a ter três modelos de Galaxie; o Galaxie 500, Galaxie LTD, e Galaxie Landau (o mais requintado). Todos com motor V8-302 de 199cv e 40kgmf de torque.

    Em 1979 o Galaxie 500 é descontinuado. Em 1981 é a vez de darmos adeus ao Galaxie LTD. Nos anos de 1980 e 1981 o Galaxie Landau ganha a versão a álcool, mas esta não foi à frente pois o motor 302 não se deu bem com o combustível etílico. De modo que em 1982 voltamos a ter o Galaxie Landau somente na versão à gasolina.

    E no mesmo mês de fevereiro, só que 16 anos depois, em 1983, o Galaxie Landau sai de linha. Decretava-se assim, o fim da Era Galaxie.

    Algumas fotos desta bela história:

 
No ano de 1959 surgia o primeiro Galaxie nos EUA.

 
Em 1967 o primeiro Galaxie Brasileiro: o Galaxie 500.

 
Galaxie LTD, 1972.

 
LTD Landau, 1975.

 
Essa frente foi adotada em 1976. Galaxie Landau, 1979.

 

Texto e Fotos:
Roberto Vilela Elias (Roberto-RJ / Consultor Técnico FordHP).

Proibida a reprodução do texto e das fotos sem autorização.

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